sexta-feira, 7 de maio de 2010

Sorriso calmo.

Não sei. Talvez sejam os sorrisos calmos. Que tantas vezes conseguem arrancar o sorriso de mim, que em outras hipóteses, nem sairiam de dentro da minha alma. Talvez sejam esses sorrisos que, como uma melodia pura, me faz querer ter pra sempre, o mesmo sonho. E eu sempre tive medo do sempre e dos sonhos. Não sei. Mas, tantas vezes me vejo tão só e tão perdida, e um sorriso calmo, mesmo sem saber, me encontra e me devolve para o encontro das borboletas coloridas, bem borloridas. E então, consigo chegar a tempo para vê-las voar.
Será que faz parte disso tudo, gostar da prisão? Eu, que sempre me dei bem com a liberdade. Eu, que sempre tive sede dessa tal, liberdade. Eu, que sempre fui tão presa dentro de mim. Agora, me sinto presa nos meus pensamentos que vivem pensando em um sorriso calmo e em um jeito doce de falar, que eu jamais conseguiria explicar. Mas, são grades de vidro essas. Sei que posso quebrar. Sei que posso. Mas não quero. E sei que não quero, mesmo. Sei que os cacos seriam tão fundos, e sei que não gosto dos cacos. Sei que muitas coisas perderiam a graça e a cor, que agora estão mais intensas. Essa prisão que me lembra sempre do mesmo sorriso.
Então, agora grito por uma única liberdade. Será que eu poderia agradecer, á todos aqueles sorrisos calmos que eu tanto gosto, por eles simplesmente existirem? Por eles serem, simplesmente, eles mesmos? Obrigada! Obrigada pela minha descoberta! Me faz feliz, descobrir a cada dia, que por trás desses sorrisos calmos, existe um lindo e verdadeiro coração.


Ps: Ontem fui pro circo. Eu estava horrivel, horrivel, sonolenta e horrivel. Mas, estava com pessoas lindas e com sorrisos calmos, muuuito calmos. Então, foi legal *--* E o circo foi interessante. Adorei as mulheres das fitinhas :O Elas são incriveis. E achei ridiculo, a idiotice das camisas de futebol no meio do espetáculo. Também achei ridiculas, as propagandas repetitivas de uma marquinha boba lá. Mas, foi lindo *-*

Ps(dois): Ganhei algo lindo ontem. Ganhei algo que eu sou apaixonada, e que ontem eu fiquei mais apaixonada ainda. *-* Foi a carta mais linda do mundo u_u ♥

PS(outro ps): Vou assistir um filme legal com a minha madre ahora. xD Então, bgs!

domingo, 2 de maio de 2010

As palavras são pesadas


As palavras são pesadas, repito. Da mesma forma que elas podem alegrar um dia, elas podem amargar uma vida inteira. Elas podem ser veneno e chocolate quente aos nossos ouvidos e aos nossos olhos.
Sei que se pudessemos escolher, sempre escolheriamos o chocolate quente. Não apenas pelo óbvio motivo de não ser o chocolate quente, aquele que nos mataria aos poucos, com doses pequenas e intensas, sem termos a opção de não bebê-lo. Mas por ser o chocolate quente, que nos esquenta quando até a nossa alma está completamente fria. Ele nos diz o quanto estamos gelados e logo, docemente e sutilmente, nos esquentam. O veneno não. O veneno apenas nos diz que não mereciamos existir e logo, tenta nos matar aos pouquinhos, sózinhos. O veneno é do tipo covarde que bate, esconde a mão e sai tranquilamente por aí.
Sim. Eu falei na possibilidade de podermos escolher o nosso "prato do dia". Mas, é apenas o meu interior inocente, achando que é mesmo do chocolate quente que me refiro. Na verdade eu sei, que cabem as outras pessoas escolherem a maneira como me jogarão as palavras. Se elas serão doces ou amargas, cabem aos outros escolherem. Faço minha parte. Oferecerei sempre, os chocolates quentes. Sei que eu tenho o controle sobre as minhas palavras, que muitas vezes são bobas, são erradas, são apaixonadas, são frias, são complexas, mas que nunca são veneno. E creio eu, que esse(as palavras) seja o maior gesto de confiança ou de desconfiança. Creio eu, que quem ama, só terá chocolates quentes para dizer, e nada mais. E por favor, entenda o "chocolate quente". Não estou dizendo que quem ama só terá coisas doces e qualidades para gritar, muito pelo contrário. Quem ama, mais do que quem odeia, deve alertar aquele que anda meio errado com o mundo, sim. Mas existem as formas doces de dizer coisas um pouco amargas. Que no final, não soariam tão amargas.
Poderiamos, antes de dizer qualquer coisa, para qualquer pessoa, pensar e medir o peso de nossas palavras. Poderiamos pensar se são chocolates quentes ou se são venenos. Talvez estragariamos menos dias, feririamos menos pessoas e até coloririamos outros dias. São tantas as vezes que um "oooi" me alegra, e isso bastaria.
Tenho tentado digerir os venenos de ontem. Aos sentidos do meu coração, lhe pareceram cruéis e impuras. Coisa de quem só quer magoar e nada mais. E infelizmente o meu coração, apesar de não transparecer muito com o meu jeito, é doce. E o amargo o incomoda. O amargo o tira do sério. O amargo o suja e trás sentimentos que ele não gostaria de guardar, mas que acaba guardando.
Talvez eu grite mesmo, talvez eu seja idiota, talvez eu não deva ter nenhum tipo de orgulho da minha personalidade demasiadamente intensa, talvez eu tenha muita demagogia, talvez eu devesse "sumir daqui" de vez e deixar tantos em paz, talvez eu me esconda atrás das minhas crises nervosas, talvez os meus amigos gostam de mim apenas porquê não me conhecem de verdade, talvez se eles conhecessem de fato, não gostariam de mim. É. Talvez. Talvez isso seja certo. Mas ainda são venenos. Gostaria de ouvir a versão do chocolate quente, por favor.

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Ps: Estou craque em matemática. Só faltava um pouco mais de dedicação. E esse final de semana, dediquei tudo o que não havia dedicado o bimestre inteiro. Acho que dormi durante todo esse tempo, e deixei de ter a postura escolar que eu sempre tive, e quando acordei, estava tudo pelos avessos. Isso mudará logo! Porque eu quero!

Um beijo a todos. E obrigada por cada comentário lindo que tenho recebido de pessoas lindas.

sábado, 1 de maio de 2010

Números


Nunca gostei muito de números. Eles sempre colocam uma regra que nos torna ainda mais automáticos do que a nossa própria rotina. Como se os números fossem muita coisa. São apenas números, e eu sempre preciso repetir essa frase. Eles fazem com que as estrelas sejam apenas "um monte" de pontos luminosos, bem distantes de nós. Fazem com que a lua, seja apenas uma "bola", em um céu de duas cores(ambas secundárias). São os números que nos fazem ter dias de robôs, onde o que nos importa é apenas chegar na hora certa, ir pelo mesmo caminho e entrar no nosso casulo mal tecido. Nos fazem esquecer de ver, que números são apenas regras sem significados.
Mas, tenho tentado tecer uma relação amigável com os números. Tenho tentado inventar novos significados pra eles, mesmo que sejam os meus significados.
Hoje eles me fizeram pensar muito. Pensar no quanto, a todo momento, os números do mundo mudam. Pensar no quanto somos, individualmente, o mundo. Sim! Tenho a opção de acreditar que sou um nada, no meio de 6.839.649.736 de pessoas no mundo inteiro e a opção de pensar que eu sou o mundo. E honestamente, hoje prefiro pensar que eu sou o mundo inteiro, e isso é muita coisa.
Os números hoje, me dizem que 141.594 pessoas morreram. Por inúmeros motivos que, tantas vezes poderiam ser evitados, se fossemos mais sentimentos e menos números. Dessas 141 mil mortes, 24.186 foram pessoas que morreram de fome. Enquanto isso,488.135 tvs eram vendidas, 241.961.595.078 emails eram enviados e 13.598.487.382 cigarros eram fumados. E lá vinham mais uma multidão de pessoas para esse nosso mundo de números. Propriamente dizendo, lá vinham 324.164 pessoas, nascendo para compartilhar tristezas e alegrias, com o mundo.
E então me veio números grandes. Não por serem númericamente grandes. Mas, por serem significativamente grandes. 13.862.896 mães do mundo inteiro, cometeram o aborto. Já outras 189.903 mães, morreram enquanto sentiam a dor da felicidade e do amor incondicional (creio eu).
Foram 2.017.754 mortes causadas pelo fumo este ano. 542.184 mortes causadas pelo álcool e 4.064.847 mortes causadas por doenças transmissíveis.
41.778 espécies foram extintas e 1.350.503.398 pessoas não tem acesso a água potável, no mundo inteiro.
Outras 322.843 suicidaram esse ano. Por motivos que só elas saberiam explicar.
Os números são isso. Tentam nos dizer que somos insignificantes para o mundo inteiro. E que somos um tijolo bobo, no meio de um castelo imenso.
Prefiro pensar que não. Prefiro pensar que eu sou o meu mundo. Mesmo que ele seja pequeno. Mesmo que ele grite. Mesmo que ele não seja tão aceito por todos os números. Mesmo que ele seja apenas ele. Prefiro pensar que ele é único, e que não faz parte de uma contagem boba, onde todos são o mesmo que nada. Porque é com essa nossa individualidade ,que descobrimos as MAIORES flores, os MAIORES sentimentos, os GRANDES amigos, os MELHORES corações, as MAIORES demonstrações de sentimentos, os MELHORES abraçoes e os MELHORES beijos. São esses números que guardamos dentro de nós, que podemos considerar importantes.
Aliás, quantos abraços você quis dar hoje?


Ps: Os dados foram de um site que o professor de biologia passou, e que eu adorei. Ele nos dá informações sobre o mundo inteiro e em tempo real. O endereço é : www.worldmeters.info u_u

Ps²: As palavras das pessoas, não deveriam pesar tanto. Não. Algumas pessoas deveriam perder a língua. Ou então, mudar o coração azedo. Infelizmente, o meu coração ainda é doce, e o ácido me incomoda.

Ps³: Ronaldo, respondi seu comentário no comentário abaixo do seu. rs

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A donzela



A donzela não tem se sentido bem no meio das outras. Talvez seja a fase da sala de espelhos, onde apenas os reflexos importam, e nada mais. Ou apenas o humor mutável, que agora tem gritado por um pouco de silêncio e de paz. E esses cochichos sempre fizeram mais mal à donzela, do que os próprios gritos e berros. E ninguém nunca entenderá isso, da forma como a donzela queria falar. Por falar em entender, a donzela também nunca pediu pra que a entendessem. Sempre deixou claro como nuvem, que ninguém tinha por obrigação, entendê-la. Mas, consequentemente, ninguém tem por direito, opinar sobre a sua vida monótona e sózinha, querer mudar a sua maneira tão rara de sorrir de verdade ou querer influênciar na maneira particular de ver a vida.
Aliás, gostaria de deixar claro, que a donzela tem uma capacidade incrivel de conseguir voar com as próprias asas. Ela sempre fora independente o suficiente, para ter o seu orgulho de não querer pedir nada a nenhum outro coração e cabeça. Mas sempre precisou de demonstrações de afeto e de abraços continuos. A donzela chorava como adulta quando era criança. Mas fazia tanta gente sorrir, quando pintava a sua inocência em suas palavras erradas. A donzela corria atrás de borboletas, porque acreditava que se juntasse várias por alguns dias, conseguiria voar, ainda melhor que uma única borboleta. A donzela acreditava que as flores laranjadas, eram suas amigas. E eram. Quando todos saíam por aí, pelas estradas da vida que agente desenha...A donzela, silenciosamente, colocava seu vestidinho rodado, amarelo e com um desenho simples de sorvete, e ia atrás das flores laranjadas. Ela se sentia tão completa no meio de tantos pontinhos laranjas. Chegava a imaginar o que elas conversavam entre si, e a angustia quando ela tinha que se despedir. A donzela sempre imaginou que as pessoas que amam as outras, deveriam ficar tristes quando chegava a hora da despedida. E era assim. As flores choravam caladas, e a donzela também. E no outro dia, começavam as novas conversas com as flores. E a alegria estava completa quando, sutilmente, uma borboleta se debruçava, em um movimento puro e singelo, encima das pétalas que a donzela tanto admirava.
A donzela tem se sentido longe das flores. Tem se sentido alheia ao mundos de todas essas flores. A donzela não quer continuar sendo tão doce, com flores que parecem não gostar tanto de doce. Umas pitadas de sal, mudariam a donzela. A donzela pode ser tão fria, se provocada. Mas, é a ultima coisa que deseja ser. Provocada.
Reciprocidade nos doces. Reciprocidade nas pétalas. Reciprocidade nos olhares.
A donzela precisa ser raptada. Raptada por um dia. Por um único dia, perder tudo. Perder tudo que todos acham tão importante...Mas que para a donzela, não passam de pequenos detalhes descoloridos.
A donzela existe! E as flores também.
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Ps: Respondendo ao comentário do Ronaldo... Oi Ronaldo x) Sou eu sim que escrevo todos os textos e poemas daqui do blog ^^ Muito obrigada pelo comentário aqui. É verdade. Não digo que seja o que desejamos "possuir"...Mas, o que desejamos que esteja sempre com a gente e participe da nossa vida, nos inspira. Até mesmo as coisas que nunca desejáriamos possuir, acaba influenciando nas coisas que escrevemos. ^^ Como achou esse blog bobo? x) Um beijo.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Não sentimento.


Me acordaram com tapas. Corri contra um humor que eu sabia que não ia me fazer feliz hoje. Dei um pulo gigante quando olhei pro relógio, que sempre me assusta. Um tanto de água, que deveria ser morna. Mas hoje, ela oscilava entre o absolutamente quente e o frio. Nem me importei. Agora eu corria contra a água que saia do chuveiro. Parecia devagar demais, comparado com a minha pressa. Me olhei no espelho, e procurei o sorriso mais apropriado pra hoje. Não encontrei nenhum que coubesse. Imaginei todo o caminho, imaginei todas as pessoas, todas as mesmas conversas de ônibus, todos os olhares falsos que eu tinha que tolerar, todas as pessoas que sugam os meus bons humores e tudo aquilo que eu teria que aguentar, mesmo achando tão besta. Faz uns dias, que prometi a mim mesma, que não sorriria sem querer. Então, nem me importei em pegar um sorriso pra hoje.
Sim. Fui obrigada a olhar coisas que eu disse que não queria olhar. Algumas mentes que acham que são melhores que outras, outras que não fazem aquilo que deveriam fazer, outras que só conseguem pensar em inveja, outras que não sabem cuidar da própria vida, outras que mal nos conhecem e contam tudo sobre a vida e sobre os amores delas(na minha terra, isso tem nome, e é PSICOPATA).
Abaixava a cabeça, tentando dormir ali mesmo. E nem notei que era tão desconfortável. Tentei não escutar nada quando fechei os meus olhos. Mas, as mesmas vozes me aguniavam cada vez mais.
Algumas vozes me confortaram, mesmo sem saber.
E então, faço o mesmo trajeto de todos os dias como hoje.
ANDAR RÁPIDO, AS ÁRVORES, UM LUGAR MOVIMENTADO, PASSA PERTO DO CAIXA ELETRÔNICO, ATRAVESSA A FAIXA, OLHA AS BLUSAS BARATAS, AS SANDÁLIAS FEIAS DE PLÁSTICO, O MESMO VENDEDOR DE DVD's VENDENDO OS MESMOS DVD's DE SEMPRE, COLCHÕES QUE ME CHAMAM COVARDEMENTE, ESPELHOS EM UMA LOJA DE MÓVEIS, O MESMO SHOW DA BEYONCÉ PASSANDO NA TV DA LOJA, COMPRA SUCO, DESCE CORRENDO, ENTRA ATRASADA E SAI MORTA.

Não. Tudo o que eu sinto hoje, não cabe em mim.
Sabe, me bateu uma vontade de não terminar o post...
Simplesmente deixar inacabado, como muitas outras coisas que hoje ficaram.
Sim, farei isso...




Tchau.
Vou tentar dormir, ou escrever um pouco mais.

Ei, moço.


Ei! Senta aqui comigo,
que eu também não quero ouvir ninguém agora.
Preciso de um abrigo silencioso e secreto,
onde tudo que desejo está perto.
Onde nada soe tão falso,
como todas as coisas que já passaram por este banco.

Ei! Pode encostar a cabeça nos meus ombros.
Tentarei não me mexer muito.
Se puder, olhe calorosamente nos meus olhos.
E se não for pedir tanto,
quando eu lhe pedir um abraço longo,
não me olhe com tanto espanto, não!
Apenas segure as minhas mãos frias,
e me ajude a sair da solidão.

Ei! Pode também, deitar a cabeça no meu colo.
Não me importo!
Pra falar a verdade, até gosto.
Talvez assim,
eu me sinta bem, para lhe dizer tudo aquilo,
que você já sabe.

Ei! Me tira daqui, agora.
Eu não me importaria em desaparecer por algumas horas.
Me leva pra onde eu consiga respirar melhor.
Onde o ar não seja tão abafado assim.
Onde as gentilezas não sejam apenas uma obrigação.
E sim, apenas puro afeto, e nada mais.

Ei! Você está sumindo como todos sumiram.
Ei! Pra onde você está indo??
Ei! Este banco sempre esteve vázio?
Ei! Ei! Ei! Ei...

sábado, 24 de abril de 2010

Os detalhes.


Crianças na rua, transbordando uma alegria,
que outros não seriam capazes de enxergar.
Escurece.
Feixa o céu e a face,
da criança que quer acordar antes de dormir,
para brincar de rir atoa.

Gatos se escondendo debaixo dos carros.
Observando discretamente
os passos apressados dos tolos,
que não param pra amarrar o cadarço,
do próprio sapato,
que lá na frente vai os derrubar.
Sim. O Gato vai enxergar.
E vai rir, indiscretamente, sem parar...

Carros vão se escondendo na garagem apertada,
da casa do moço,
que tem pressa pra viver.
Dizem que ele, tem tanta pressa,
que não tem mais tempo pra sorrir.
Mas a solidão, consegue acompanhar seu tempo corrido.

Alguns vão deixando interrogações,
em corações que precisam ser alimentados,
com abraços e beijos ternos,
e não com ocultações de amor e de afetos.

Vira e mexe
Um barulho me assusta,
lá do outro lado da janela
que eu não posso enxergar.
Pode ser que seja a lua
jogando as estrelas que eu tentei arrancar.

Ou pode ser que seja apenas,
o cantar dos grilhos,
com a intenção de acalmar meu sono, meus sonhos...
Ou de mudar os meus pensamentos,
que hoje foram longe...Mas que sempre acabam voltando a um único pensamento.
O mistério indisvendável do coração que já se desvendou.
É entendível?

-

PS: Fui fotógrafa por mais um dia *-* E a cada dia, minha vontade de ser fotógrafa, aumenta. Ah...Como é lindo poder parar um momento, pra sempre.
PS²: Outra música perfeita da Feist- The limit to your love. *-* Ela é extremamente ótima.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Pedido de um coração cheio de tudo.


O coração disse: Um pouco de descanso e de solidão! Só hoje. Por favor.
Foi em um tom sereno, porém, desesperado. Parecia que era algo que estava preso ha mêses, dentro de um pequeno copo, que lutava com todas as forças para suportar mais dois litros de veneno.
Resolvi obedecê-lo. Não conseguiria massacrá-lo e mascará-lo por mais um dia, ou por mais alguns segundos. Foi quando me desliguei desse mundo e entrei no meu. Não sei como fiz. Talvez hoje, eu tenha enxergado os fios de rotina que eu poderia cortar. E aí, tudo ficaria bem, e voltaria ao "anormal", assim como o coração pedia(ou suplicava).
Com um ar de revolta, peguei o copo sem delicadezas, e despejei todo o conteúdo amargo. Nunca pensei que fosse tão simples resolver o problema, de um coração que pedia por solidão, hoje. Demorei muito a escutá-lo. Ou demorei a acumular forças, para realmente largar tudo, sem temer a perca e os danos. Demorei a perceber, que é quando largamos tudo, que descobrimos o que não largariamos novamente. E descobrimos aquilo que também não nos largaria, mesmo quando nós mesmos estivessemos soltos, caindo no meio de um túnel sem fim.
O coração hoje pediu pra que as regras e as obrigações sumissem de vez. Pediu pra que ninguém lhe cobrasse uma explicação ou uma justificativa para tudo. Pediu para sermos invisiveis hoje. Para que ninguém visse o tom meio desbotado desse vermelho. Pra que ninguém tivesse o coração manchado, com todas as verdades que eu sempre quis gritar.
O coração hoje, pediu um pouco de paz. Uma música de fundo. Uma caneta e algumas folhas em branco. E borrachas. Ele me disse que tinha planos de apagar tudo aquilo que não lhe acrescenta nada, e aquilo que tenta sugar as energias boas que ele recebe. E desenhar novas flores, novos risos, novas lárgimas, novos obstáculos, novos chocolates, novos gostos, novos cheiros, novas cores para as minhas boboletas. E apagar, essa ausência dos ninguéns.
Hoje eu precisei, largar tudo. Sem dizer a ninguém o motivo. Simplesmente para sentir, que eu posso me desligar sim. Quando eu quizer. Na hora que eu desejar. Assim, com total facilidade. Imagino, Imagino. E então... acordo no meu mundo. Longe desse que tive que voltar. E então...eu levo aqueles que eu descobri que não aguentaria simplesmente, largar. Os pego com total delicadeza, e coloco no copo( agora perfumado). No copo que aos poucos, vai se sentindo menos só. Engraçado. A medida que alguns vão saindo e que vão ficando poucos, o copo vai se sentindo mais completo... Tenho começado a selecionar o conteúdo do meu copo de cristal, sim.
Por favor...não acredite no pedido de solidão, não.



ps: Ganhei a rosa da prima mais linda do mundo *-* junto com uma mexerica super hiper mega gostosa. *-* e uma blusa fofa. E um abraço apertado.*-* aaaah, amei. Obrigada por fazer com que eu me sinta amada. Tãão amada.

tchau

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Eu aprendi...


Eu aprendi que pedir abraços e beijos é permitido. Que ser o que somos, já é um grande passo para a paz interior. Que quando agente gosta de algo e de alguém, o resto das coisas passam a ser secundárias. Aprendi que tem horas que agente gostaria que o tempo parasse para o resto do mundo, menos para algumas pessoas. Mas que depois voltasse ao normal. Aprendi que não tem como tirar um sorriso do rosto, quando é outra pessoa que o provoca. Aprendi que eu devo pedir os abraços e os beijos quando eu sentir o meu coração gritando por eles. Aprendi que o meu coração pode realmente gritar. Aprendi que não tem como esconder de nós mesmos, aquilo que o nosso coração pede. Aprendi que o "tchau" não significa apenas ser "amargo". Mas significa uma "saudade necessária". Aprendi que eu devo explodir, quando quizer levá-lo para o meu mundo. Aprendi que não adianta mais. Aprendi que, por mais que eu tente vendar o meu coração, ele já sabe o que quer.


/ Estou com muito sono. E acho que estou ficando gripada, não sei. :/
Então o post ficou uma merda. :/ Mas enfim... Amanhã eu concerto! Não. Amanhã eu apenas faço outro.(?) haha bgs

terça-feira, 20 de abril de 2010

A continuidade do hoje.


Esta tarde, algo me em mim me surpreendeu, mais uma vez. O meu interior, que sempre pedia umas doses do "absolutamente novo" e das "mudanças instantâneas", hoje pediu apenas uns copos de "continuidade". Continuidade daquela simplicidade íncrivel, que é poder deitar na grama e não se importar com as graminhas no cabelo quando se levantar. Que é poder olhar o céu, assim, sem pensar que perdeu algum tempo precioso de sua vida. Sem se importar com o relógio e com o toque bobo do celular. Continuidade daquela simplicidade íncrivel que é, simplesmente, poder olhá-lo (dessa vez sem medo de que o meu coração esteja tão transparente) e de que todos descubram o quanto ele arde quando olha para o que hoje, esteve tanto tempo ao nosso lado. Simplicidade que é poder tocar as mãos, daquele que faz as minhas, não conseguirem ficar paradas e secas. Que é poder ouvir a voz, que ultimamente eu tenho precisado escutar. Meu coração tá meio bobo, ainda. Mas, algo me disse que a minha maior vontade era ficar alí. Olhando o céu azul se transformar na imensidão de cores escuras, com poeiras de estrelas, que com toda a certeza do mundo eram os seus sorrisos, a sua voz, o seu pensar e o seu coração, que haviam se transformado em estrelas.
Continuidade.
Se eram copos de continuidade que eu pedia, estou aqui, continua.
Estou dando continuidade ao "pensar em você", ao "pensar no céu", ao "lembrar da sua voz". Dando continuidade ao sorrisos, que hoje foram sorrisos da alma, mesmo! Sem nenhum esforço. Sem nenhuma obrigação. Simplesmente, foram sorrisos da alma. E esse foi o meu maior copo de "continuidade". E que junto com a minha continuidade, venha a intensidade...O parar no tempo.
Quanto a simplicidade...é. As simplicidades são mesmo o que nos colore. O resto, são apenas detalhes.

-

Hoje eu queria muito contar a história linda da moça da lotação, e do filho mais lindo e encantador do mundo. Mas...Acho que deixarei esse post pra amanhã ou pra mais tarde. Mas, que Deus continue os iluminando.

Ps: Estou com a música PEEEEERFEITA da Feist na cabeça. "So Sorry". Como é extremamente linda essa música. Talvez seja apenas comigo, ou não, mas ela passa uma energia linda *--* aaaaaaaaaaah.

" Oh we, we could hold each other tight. Tonight. " (8)

domingo, 18 de abril de 2010

O que eu sempre quis falar.


... E então, o silêncio preenche a sala inteira. O carro e a cozinha. E eu sempre odiei o silêncio, quando ele vem pra incomodar. Aquela respiração aflita e aquelas ações pensadas, pra que nada saísse do planejado. Somente o barulho da tv, que em busca de menos silêncio, estava no volume máximo. E mesmo assim, o silêncio era angustiante. E de repente, vem ele novamente, me falando sobre o último jogo e sobre o próximo jogo do seu time preferido, que por uma necessidade, o fiz acreditar que também era o meu time preferido. Mal sabe ele que aquelas novidades nunca me interessaram de verdade. Mal sabe ele, que pouco me importa os gols ou qualquer outra noticia sobre o "nosso" time preferido. Ele não sabe até hoje, que a minha empolgação e as mesmas perguntas automáticas de sempre, eram apenas pra eu sentir que tenho feito algo pra quebrar o "nosso" muro. O muro que foi bem planejado, desde muito tempo atrás. Com tijolos amargos que vinham a cada ano. Que caíam no meu coração, e que com o tempo, me fizeram duvidar que ainda existia um coração em mim. Sim, o muro não foi proposital. Sim, Deus sabe o que faz. Sim, talvez eu não tivesse os mesmos pensamentos hoje. Sim, as coisas acontecem porque deveriam acontecer. Mas a verdade é que infelizmente, eu sempre achei hipócrita todas essas explicações de quem nunca soube o que falar, e aí sim, deveriam ficar em silêncio. Podia sim ser diferente. Podia sim ser diferente. Podia sim ser diferente. E não foi por falta de fechar o olho antes de dormir, e fazer pedidos, que não foi diferente.
Certo tempo se passou. Não tenho nenhum tipo de "ferida negativa", não. Queria deixar isso claro, hoje. Deixar isso claro pra mim. Tenho repetido isso todos os dias. Eu preciso ter a certeza de que nada ficou mal apagado. De que antigas lágrimas não viraram pedras dentro do coração, que eu tenho alimentado com flores coloridas, pra que vire járdim.
Eu sempre amei o meu mal. Eu sempre amei aquilo que eu sempre tive medo. Eu sempre amei os dois monstros que guardei. Mas eu amei, porque era eu, a única reconhecida e protegida...Era eu, a única que mesmo na loucura, continuava sendo a mesma. Que continuava sendo a Laís Stefâni dos Santos Mota.
... Acordei para recebe-lo. Senti uma vontade longa de abraçá-lo. No impulso parei perto de você. E você seguiu o seu caminho. Eu segui o meu. E sempre deve ser assim.


Eu te amo.

sábado, 17 de abril de 2010

Céu.


Sim. Hoje passei muito tempo olhando para o céu. Algo não me deixou dormir, sem olhá-lo. Talvez ele me lembre muito, aquilo que eu seria incapaz de esquecer, e aquilo que eu tenho lembrado todos os dias durante grande parte dos meus 1440 minutos.
Fazia muito tempo que eu não parava pra admirar a simplicidade de uma das coisas mais incríveis do meu universo. Antes de olhá-lo, o imaginei. Imaginei uma imensidão com várias tonalidades de azul. E nada mais.
Foi quando fui para o banquinho de madeira que ficava bem distante de tudo, e que trazia a ilusão de que estava um pouco mais perto do céu, solitário no meio de muitas árvores que hoje haviam perdido o movimento de todas as suas folhas. Elas pareciam tão quietinhas e tão sózinhas, no meio de tantas outras árvores. O vento hoje havia se escondido atrás das nuvens, ou simplesmente não queriam balançar o meu cabelo, o meu vestido e as folhas que eu segurava, como de costume.
Sentei, olhei pro céu e fiquei encantada quando vi uma nuvem toda iluminada. Branquinha como algodão, tentando esconder de mim, que eu estava em um dia ensolarado.
Mais longe um pouco, avistei um pássaro, que com sutis movimentos nas asas, conseguia flutuar por entre os ares, que até pareceu leve e cheio de sorrisos, hoje.
Foi quando me veio o silêncio. Percebi que talvez não fosse tão normal, uma menina, sentada em um banquinho no meio do nada, olhando durante horas, pra algo tão "normal". Ignorei esse fato, e senti que haviam muitas árvores me olhando. Gigantes, extremamente verdes e muuuito vivas. E havia uma única, lá longe, que o vento havia presenteado com alguns movimentos que nenhuma outra árvore podia fazer. E ao lado de todas elas, haviam algumas flores coloridas que eram como as "protegidas" de todo aquele bosque. Tão pequenas, tão intactas, tão alheias. Tão alheias a minha presença, que pra elas não foi nem um pouco notória.
Tantas coisas lindas ali, juntas. Foi quando me veio a vontade de mandar uma mensagem, através do céu, para alguém que me "fez" olhar o céu hoje. Mas, tinham tantas palavras dentro de mim, que elas inventaram de sair na mesma hora, e ficaram disputando um espaço no céu. No começo sairam coisas aleatórias e secas. Ainda tenho medo de ser tão doce quanto quero, e acabar sendo enjoativa como todos os outros doces, que nos deixam com sede de água e não com sede de mais doces. Você, encantar, gostar, incrivel, feliz, seu coração, acelerar, meu coração, sempre, vontade, vê-lo. Sairam coisas assim, com sentidos individuais. E então, me veio a frase de um filme na cabeça. Algo tipo: "Porque todos os dias quando acordo, a primeira coisa que procuro e quero ver é o seu rosto". E ouvir a sua voz, e sentir a sua presença. Mesmo que seja de longe. Mesmo que a sua voz esteja falando coisas que não tenham nada a ver comigo, ou que a sua presença não tenha nenhuma ligação com a minha presença. Não sei escrever essas coisas no céu. E demorei muito pra conseguir escrever aqui, hoje. E você pra mim, durante um certo tempo(até hoje?) foi tipo o céu, que se tem tantas coisas pra descobrir, mas que esteve tão longe. Tão longe. Mas que é tão lindo. Não apenas por ser azul e íncrivel, mas por ser encantador, quando ninguém mais é. E por isso meu coração insistente, fica tentando dar pulos maiores do que pode, pra alcançar esse "céu". Não sei explicar. Não sei explicar. Quando o assunto é o "céu", não consigo explicar muita coisa. Parece que tudo o que eu quero explicar, fica preso dentro de mim. E fica com medo de sair. Medo de ser perder aqui fora. Medo de ser inútil como quaisquer outras explicações normais.
Sim. O céu e tudo o que vi hoje, traz a mesma sensação de quando estou perto de você, sem mais nada disso que todos chamam de encantador no resto do universo. Quando estou simplesmente perto. O resto passa a ser normal. E eu encontro outro fato incrivel pro meu universo.


Isso. Acho que já falei demais por hoje.

terça-feira, 13 de abril de 2010

BEIJOS


Feliz dia do beijo :) Que todos os dias, sejam dia dos beijos. Não necessariamente aquele em que encostamos nossos lábios nas boxexas de outrem, na testa e na boca. Que todos os dias, possamos dar beijos no coração dos outros. Simples detalhes, podem ser os beijos doces que faltavam para as coisas estarem no lugar. Pra se ter alegria, pra colorir o dia e pra crescer a magia que estava apenas esperando um "beijo" pra crescer. As vezes os olhares solidários são os beijos, os abraços de confortos são os beijos, os desejos de "bom dia" são os beijos. Porque, "beijo" significa "tocar de leve". E sinto meu coração sendo beijado, sempre que me "tocam de leve", mesmo que de longe.
É que um beijo pode significar sentimento ou não. É que um beijo pode significar muito ou não.
É que existe o beijo de judas e o beijo de paz. E eu desejo hoje, e todos os futuros dias, que os beijos sejam sempre tocados com leveza...Que sejam sempre beijos, independente de qualquer definição que exista. Que ele não seja APENAS um beijo... Que ele signifique mais que essa palavra. Que ele signifique o calor dos corações que sentem frio.

BEIJOS :*

EU SOU UMA ESTÁTUA VIVA.

Não faz muito tempo. Devem fazer umas 4 horas. No meio de tanta gente que corría; no meio de tanta gente que estava atrasado pro trabalho; gente que ia buscar o filho na escola; gente que ia encontrar o namorado; gente que ia sacar dinheiro no banco; gente que ia comprar um presente de ultima hora; gente que ia passar o tempo andando pelo shopping; gente que estava com fome e sem dinheiro pra comprar comida; gente que tinha perdido o dinheiro da passagem; gente que andava tão rápido que não conseguia enxergar nada que passava por elas... No meio de toda essa gente, eu consegui admirar um. Eu consegui admirar um, que estava alí, parado encima de um degrau. Seu rosto estava escondido, coberto por uma tinta branca, que mais parecia máscara. Mas eu o admirei. Consegui ver aquilo que ele não precisou desenhar.
Foi quando corri, parei em sua frente e gritei a minha mãe. É que achei tão incrivel alguém que conseguisse ficar alheio à tudo que se passava em sua frente, alheio à toda aquela correria que o rodeava. Foi quando parei em sua frente que começaram a juntar mais e mais pessoas, que paravam por 5 segundos e logo continuavam correndo. Mas eu continuei parada. Olhando fixamente pros olhos fechados da estátua viva. Foi quando juntei as moedinhas da bolsa, as contei e coloquei no potinho branco que, por estar no meio de pessoas tão apressadas, era preso por uma corrente grossa e prata, acho que ela significava confiança naquele momento e naquela situação.
Então, a estátua viva (que antes era como pedra), foi se mexendo. E com um gesto singelo e doce, agradeceu as moedas, sem precisar dizer uma palavra sequer.
Achei algo que explique o que sinto ha tanto tempo. Me chamou a atenção. Me chamou a atenção descobrir alí, do nada, que eu sou uma estátua viva também.
Assim que sempre me senti, e nunca tive palavras ou exemplos pra descrever.
É que tudo está passando por mim. É que tudo está correndo e o automático está ligado. É que tudo está correndo e apenas eu estou andando. É que tudo tem pressa e apenas eu me atraso. É que as coisas as vezes param, se interessam por mim e quando eu também me interesso por elas, eu tenho que esperar os depósitos de boas atitudes e bons sentimentos na minha caixinha. Só assim poderia, com outro gesto doce, devolver as boas atitudes e os bons sentimentos. Mas algumas vezes, as pessoas apenas param, olham, admiram, pensam um pouco, falam o quanto gostaram da estátua viva...e simplesmente, voltam a correr. E então, a estátua cai no esquecimento mais uma vez.
Eis que outras vezes, as pessoas depositam o que tem de melhor em suas próprias caixinhas. Elas compartilham os MELHORES sentimentos, as MELHORES atitudes e os MAIORES sonhos. E então, a minha caixinha se enche de coisas boas, que no final do dia, são guardadas em uma caixinha ainda mais preciosa. Quando essas pessoas resolvem dividir comigo as suas caixinhas, resolvo sair da inércia, e começo a cantarolar por dentro. E por fora, os gestos dizem o que eu gostaria de dizer, mas sem usar as palavras.
Sim, eu sou uma estátua viva. Meu corpo é a estátua. Minha alma que vive. Minha alma que agora, está chamando mais caixinhas. É ela que agora, mais do que qualquer outro dia, está PEDINDO uma caixinha que consiga compreender, acolher, abraçar, segurar no colo e fazer cafuné no cabelo por horas. É ela que agora, se sente um pouco só... Como se todas as coisas que já houveram em sua caixinha, houvessem sumido, assim, DE REPENTE.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

SEGUNDO POST TÁ.

Sim, esse é o segundo post de hoje, porque o Ed(amigo queridissimo que vai me ligar no dia do meu aniversário*-*) disse que tava com saudades de posts que tivessem os meus desabafos,rs. Então, começo aqui...O meu segundo post de hoje, graças ao Ed,rs.
Bom, acordei e dei de cara com um gato pulando a janela(não me peçam pra explicar, porque eu creio que estava dormindo enquanto tudo acontecia, e só peguei a parte final). O que sei, é que todos aqui me chamam de louca quando saio trancando tudo antes de dormir. E hoje, acordaram assustados quando fiz questão de gritar, pra verem que devem DEIXAR AS JANELAS FECHADAS,rs. Fora essa ANORMALIDADE, as coisas foram bem monótonas hoje.
Eu prefiro não comentar a saída da escola. Sei lá. E também prefiro não comentar a hora que a minha amig me ligou me contando coisas que eu não queria ouvir mesmo :O mimimi. Enfim. "Deixa ser como será, eu vou sem me preocupar".
Tive provas de inglês e de espanhol hoje no cil. *-* Se eu pudesse ir pro CENTRO INTERESCOLAR DE LÍNGUAS apenas nos dias de prova, ficaria muito feliz. Ou então, todas as aulas poderiam ser provas '-' enfim.
Voltei pra casa. Me deprimi no chocolate e nos textos(tão particulares que foram escritos no papel mesmo).

Sim, falta um dia e algumas horas pro meu aniversário,rs. E sim, acho que será um dia normal,rs. Mas será o MEU dia normal dessa vez. Intimamente estarei feliz. Dessa vez já vou ter aceitado o verdadeiro sentido de um aniversário.
Bom, dia 14 eu vou postar aqui. Tenho algumas coisas a falar,rs.
Enquanto isso... Continuarei esperando a ligação interurbana do Ed, o desenho do Luiz, a visita da Annie e o ATESTADO DE COMPARECIMENTO médico da amiga mais linda do mundo( PSIU, NÃO CONTEM PRA NINGUÉM ). MUAHAHAHA. Ninguém manda vocês alimentarem minhas expectativas com coisas tão bonitas e significativas. '-'

Enfim. Estou indo dormir. Prometi a mim mesma que iria dormir todos os dias até 22 hrs. Estou 7 minutos atrasada.

Beijos. Beijos.
Beijo enorme pro Ed, que é o amigo lindo que eu queria muito que morasse na minha rua pra eu ter sempre os conselhos dele,rs. Ao mesmo tempo ele é muito chato as vezes. Brincadeirinha. TCHAU.


PS: hoje é dia do OBSTETRA.
PS²: AMANHÃ É DIA DO BEIJO E DIA DOS JOVENS. rs x)