sábado, 17 de abril de 2010

Céu.


Sim. Hoje passei muito tempo olhando para o céu. Algo não me deixou dormir, sem olhá-lo. Talvez ele me lembre muito, aquilo que eu seria incapaz de esquecer, e aquilo que eu tenho lembrado todos os dias durante grande parte dos meus 1440 minutos.
Fazia muito tempo que eu não parava pra admirar a simplicidade de uma das coisas mais incríveis do meu universo. Antes de olhá-lo, o imaginei. Imaginei uma imensidão com várias tonalidades de azul. E nada mais.
Foi quando fui para o banquinho de madeira que ficava bem distante de tudo, e que trazia a ilusão de que estava um pouco mais perto do céu, solitário no meio de muitas árvores que hoje haviam perdido o movimento de todas as suas folhas. Elas pareciam tão quietinhas e tão sózinhas, no meio de tantas outras árvores. O vento hoje havia se escondido atrás das nuvens, ou simplesmente não queriam balançar o meu cabelo, o meu vestido e as folhas que eu segurava, como de costume.
Sentei, olhei pro céu e fiquei encantada quando vi uma nuvem toda iluminada. Branquinha como algodão, tentando esconder de mim, que eu estava em um dia ensolarado.
Mais longe um pouco, avistei um pássaro, que com sutis movimentos nas asas, conseguia flutuar por entre os ares, que até pareceu leve e cheio de sorrisos, hoje.
Foi quando me veio o silêncio. Percebi que talvez não fosse tão normal, uma menina, sentada em um banquinho no meio do nada, olhando durante horas, pra algo tão "normal". Ignorei esse fato, e senti que haviam muitas árvores me olhando. Gigantes, extremamente verdes e muuuito vivas. E havia uma única, lá longe, que o vento havia presenteado com alguns movimentos que nenhuma outra árvore podia fazer. E ao lado de todas elas, haviam algumas flores coloridas que eram como as "protegidas" de todo aquele bosque. Tão pequenas, tão intactas, tão alheias. Tão alheias a minha presença, que pra elas não foi nem um pouco notória.
Tantas coisas lindas ali, juntas. Foi quando me veio a vontade de mandar uma mensagem, através do céu, para alguém que me "fez" olhar o céu hoje. Mas, tinham tantas palavras dentro de mim, que elas inventaram de sair na mesma hora, e ficaram disputando um espaço no céu. No começo sairam coisas aleatórias e secas. Ainda tenho medo de ser tão doce quanto quero, e acabar sendo enjoativa como todos os outros doces, que nos deixam com sede de água e não com sede de mais doces. Você, encantar, gostar, incrivel, feliz, seu coração, acelerar, meu coração, sempre, vontade, vê-lo. Sairam coisas assim, com sentidos individuais. E então, me veio a frase de um filme na cabeça. Algo tipo: "Porque todos os dias quando acordo, a primeira coisa que procuro e quero ver é o seu rosto". E ouvir a sua voz, e sentir a sua presença. Mesmo que seja de longe. Mesmo que a sua voz esteja falando coisas que não tenham nada a ver comigo, ou que a sua presença não tenha nenhuma ligação com a minha presença. Não sei escrever essas coisas no céu. E demorei muito pra conseguir escrever aqui, hoje. E você pra mim, durante um certo tempo(até hoje?) foi tipo o céu, que se tem tantas coisas pra descobrir, mas que esteve tão longe. Tão longe. Mas que é tão lindo. Não apenas por ser azul e íncrivel, mas por ser encantador, quando ninguém mais é. E por isso meu coração insistente, fica tentando dar pulos maiores do que pode, pra alcançar esse "céu". Não sei explicar. Não sei explicar. Quando o assunto é o "céu", não consigo explicar muita coisa. Parece que tudo o que eu quero explicar, fica preso dentro de mim. E fica com medo de sair. Medo de ser perder aqui fora. Medo de ser inútil como quaisquer outras explicações normais.
Sim. O céu e tudo o que vi hoje, traz a mesma sensação de quando estou perto de você, sem mais nada disso que todos chamam de encantador no resto do universo. Quando estou simplesmente perto. O resto passa a ser normal. E eu encontro outro fato incrivel pro meu universo.


Isso. Acho que já falei demais por hoje.

terça-feira, 13 de abril de 2010

BEIJOS


Feliz dia do beijo :) Que todos os dias, sejam dia dos beijos. Não necessariamente aquele em que encostamos nossos lábios nas boxexas de outrem, na testa e na boca. Que todos os dias, possamos dar beijos no coração dos outros. Simples detalhes, podem ser os beijos doces que faltavam para as coisas estarem no lugar. Pra se ter alegria, pra colorir o dia e pra crescer a magia que estava apenas esperando um "beijo" pra crescer. As vezes os olhares solidários são os beijos, os abraços de confortos são os beijos, os desejos de "bom dia" são os beijos. Porque, "beijo" significa "tocar de leve". E sinto meu coração sendo beijado, sempre que me "tocam de leve", mesmo que de longe.
É que um beijo pode significar sentimento ou não. É que um beijo pode significar muito ou não.
É que existe o beijo de judas e o beijo de paz. E eu desejo hoje, e todos os futuros dias, que os beijos sejam sempre tocados com leveza...Que sejam sempre beijos, independente de qualquer definição que exista. Que ele não seja APENAS um beijo... Que ele signifique mais que essa palavra. Que ele signifique o calor dos corações que sentem frio.

BEIJOS :*

EU SOU UMA ESTÁTUA VIVA.

Não faz muito tempo. Devem fazer umas 4 horas. No meio de tanta gente que corría; no meio de tanta gente que estava atrasado pro trabalho; gente que ia buscar o filho na escola; gente que ia encontrar o namorado; gente que ia sacar dinheiro no banco; gente que ia comprar um presente de ultima hora; gente que ia passar o tempo andando pelo shopping; gente que estava com fome e sem dinheiro pra comprar comida; gente que tinha perdido o dinheiro da passagem; gente que andava tão rápido que não conseguia enxergar nada que passava por elas... No meio de toda essa gente, eu consegui admirar um. Eu consegui admirar um, que estava alí, parado encima de um degrau. Seu rosto estava escondido, coberto por uma tinta branca, que mais parecia máscara. Mas eu o admirei. Consegui ver aquilo que ele não precisou desenhar.
Foi quando corri, parei em sua frente e gritei a minha mãe. É que achei tão incrivel alguém que conseguisse ficar alheio à tudo que se passava em sua frente, alheio à toda aquela correria que o rodeava. Foi quando parei em sua frente que começaram a juntar mais e mais pessoas, que paravam por 5 segundos e logo continuavam correndo. Mas eu continuei parada. Olhando fixamente pros olhos fechados da estátua viva. Foi quando juntei as moedinhas da bolsa, as contei e coloquei no potinho branco que, por estar no meio de pessoas tão apressadas, era preso por uma corrente grossa e prata, acho que ela significava confiança naquele momento e naquela situação.
Então, a estátua viva (que antes era como pedra), foi se mexendo. E com um gesto singelo e doce, agradeceu as moedas, sem precisar dizer uma palavra sequer.
Achei algo que explique o que sinto ha tanto tempo. Me chamou a atenção. Me chamou a atenção descobrir alí, do nada, que eu sou uma estátua viva também.
Assim que sempre me senti, e nunca tive palavras ou exemplos pra descrever.
É que tudo está passando por mim. É que tudo está correndo e o automático está ligado. É que tudo está correndo e apenas eu estou andando. É que tudo tem pressa e apenas eu me atraso. É que as coisas as vezes param, se interessam por mim e quando eu também me interesso por elas, eu tenho que esperar os depósitos de boas atitudes e bons sentimentos na minha caixinha. Só assim poderia, com outro gesto doce, devolver as boas atitudes e os bons sentimentos. Mas algumas vezes, as pessoas apenas param, olham, admiram, pensam um pouco, falam o quanto gostaram da estátua viva...e simplesmente, voltam a correr. E então, a estátua cai no esquecimento mais uma vez.
Eis que outras vezes, as pessoas depositam o que tem de melhor em suas próprias caixinhas. Elas compartilham os MELHORES sentimentos, as MELHORES atitudes e os MAIORES sonhos. E então, a minha caixinha se enche de coisas boas, que no final do dia, são guardadas em uma caixinha ainda mais preciosa. Quando essas pessoas resolvem dividir comigo as suas caixinhas, resolvo sair da inércia, e começo a cantarolar por dentro. E por fora, os gestos dizem o que eu gostaria de dizer, mas sem usar as palavras.
Sim, eu sou uma estátua viva. Meu corpo é a estátua. Minha alma que vive. Minha alma que agora, está chamando mais caixinhas. É ela que agora, mais do que qualquer outro dia, está PEDINDO uma caixinha que consiga compreender, acolher, abraçar, segurar no colo e fazer cafuné no cabelo por horas. É ela que agora, se sente um pouco só... Como se todas as coisas que já houveram em sua caixinha, houvessem sumido, assim, DE REPENTE.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

SEGUNDO POST TÁ.

Sim, esse é o segundo post de hoje, porque o Ed(amigo queridissimo que vai me ligar no dia do meu aniversário*-*) disse que tava com saudades de posts que tivessem os meus desabafos,rs. Então, começo aqui...O meu segundo post de hoje, graças ao Ed,rs.
Bom, acordei e dei de cara com um gato pulando a janela(não me peçam pra explicar, porque eu creio que estava dormindo enquanto tudo acontecia, e só peguei a parte final). O que sei, é que todos aqui me chamam de louca quando saio trancando tudo antes de dormir. E hoje, acordaram assustados quando fiz questão de gritar, pra verem que devem DEIXAR AS JANELAS FECHADAS,rs. Fora essa ANORMALIDADE, as coisas foram bem monótonas hoje.
Eu prefiro não comentar a saída da escola. Sei lá. E também prefiro não comentar a hora que a minha amig me ligou me contando coisas que eu não queria ouvir mesmo :O mimimi. Enfim. "Deixa ser como será, eu vou sem me preocupar".
Tive provas de inglês e de espanhol hoje no cil. *-* Se eu pudesse ir pro CENTRO INTERESCOLAR DE LÍNGUAS apenas nos dias de prova, ficaria muito feliz. Ou então, todas as aulas poderiam ser provas '-' enfim.
Voltei pra casa. Me deprimi no chocolate e nos textos(tão particulares que foram escritos no papel mesmo).

Sim, falta um dia e algumas horas pro meu aniversário,rs. E sim, acho que será um dia normal,rs. Mas será o MEU dia normal dessa vez. Intimamente estarei feliz. Dessa vez já vou ter aceitado o verdadeiro sentido de um aniversário.
Bom, dia 14 eu vou postar aqui. Tenho algumas coisas a falar,rs.
Enquanto isso... Continuarei esperando a ligação interurbana do Ed, o desenho do Luiz, a visita da Annie e o ATESTADO DE COMPARECIMENTO médico da amiga mais linda do mundo( PSIU, NÃO CONTEM PRA NINGUÉM ). MUAHAHAHA. Ninguém manda vocês alimentarem minhas expectativas com coisas tão bonitas e significativas. '-'

Enfim. Estou indo dormir. Prometi a mim mesma que iria dormir todos os dias até 22 hrs. Estou 7 minutos atrasada.

Beijos. Beijos.
Beijo enorme pro Ed, que é o amigo lindo que eu queria muito que morasse na minha rua pra eu ter sempre os conselhos dele,rs. Ao mesmo tempo ele é muito chato as vezes. Brincadeirinha. TCHAU.


PS: hoje é dia do OBSTETRA.
PS²: AMANHÃ É DIA DO BEIJO E DIA DOS JOVENS. rs x)

As janelas.

Um quarto escuro. Todas as cores sumiam com a ausência de luz. Nesse quarto, haviam 6 janelas. E por entre todas as janelas, haviam portas grandes e feias. Muito feias. Essas portas, sempre me atormentaram muito. Elas me impediam de abrir as janelas, e escondiam as cores que eu sabia que existiam logo alí, atrás de uma janela grande, que escondiam muitas cores que me fariam feliz, que me fariam eu mesma, só que um tanto mais espontânea e sincera com os meus sorrisos.
As portas se fecham sempre quando quero passar. Batem forte suas asas, e me prendem mesmo, sem exageros. Luto muito. Com as forças que não tenho e ainda pego forças emprestadas. E então, paro frente á uma janela. Mas percebo que a janela não está virada pra mim, não sorri pra mim, não me comprimenta, mas me enxerga, apenas. Sim. A janela me chamou um dia desses. Me convidou para abri-la(não com essas palavras). Com a minha explosão de felicidade, nem percebi que havia a possibilidade das janelas terem trancas, ou simplesmente, de mais uma vez, as jenelas não quererem ser abertas por mim, uma simples menina que nunca soube abrir janelas. Nunca mesmo. Talvez nunca tenha pensado em abrir o seu mundo tão cinza desde sempre, para encontrar um mundo com tantas novas cores assim. Parecia muito arriscado. Uma menina, que já viveu tantas coisas que não tinham cor alguma...Agora, pensando em arriscar tudo pra ter uma unica cor?
Então...percebo que as janelas me olham, rapidamente. E logo, continuam olhando pra uma das PORTAS feias e assustadores que mais uma vez, me impedem de descobrir as cores, as minhas cores.
Sim. Eu já não ligo mais pras portas. Elas me parecem mais fracas que a menina, agora. Mas e as janelas? Elas continuam indiferentes. Elas continuam ali. Ali. Ali. Ali. Ali. Ali. Ali. Ali. Ali. Ali. LÁ. LÁ LONGE.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A nossa canção

Não posso tentar esconder do meu coração, aquilo que pra ele, é falado em forma de canção. Essa canção não dorme, essa canção não descansa, essa canção não acaba, essa canção não reclama, essa canção não pode ser tocada e nem escutada por qualquer coração. Mas sim! O meu coração a escutou, bem de perto. E agora essa canção está sempre tocando. Não importa o lugar, não importa com quem e muito menos quando. A canção apenas toca. E a canção sempre me diz o nome de um único alguém, que tem simplesmente, habitado o meu coração e me deixado boas sensações.
Já se tornou um ritual. O meu ritual. A canção está dentro de mim sempre, todos os dias e todas as horas. Então...Todos os dias antes de dormir, me pego em um ritual meu, eu penso naquela canção. Fecho os olhos, que estavam cansados de um dia tão corrido, e me lembro daquela canção. Incrivelmente fico leve, e forço meu coração, pra lembrar de todos os momentos antigos, que pra mim são como as partes bonitas dos filmes, do meu filme agora. Acabo dormindo. E quando acordo, todos os dias, simplesmente dou continuidade ao que dormi pensando...E mais uma vez chega a hora de dormir. Mas não consigo. Não quero! Prefiro desenha-lo em minha mente, prefiro tentar imaginar os tons de sua voz, prefiro imaginar o seu sorriso calmo. Eu não preciso dormir. Não posso interromper o meu coração agora. Não posso. Não agora que você também consegue escutar a mesma canção, junto com o meu coração.



ps: Tenho estado mais "intensa" do que sempre. :/ DE NOVO. Se alguém ao menos me entendesse. Desculpe aos que eu injustamente descontei toda essa "furia". Creio que amanhã ou depois, eu esteja diferente, não sei. Ah, tchau.
ps²: Hoje teve teatro e agora sim, estou empolgadissima com ele. Estava precisando disso. Me faz bem. Como dizem... Lá podemos nos esquecer do mundo real. Lá podemos fazer o que queremos, sem ser piada.
ps³: Minha nossa! E o que sinto, só tem aumentado a cada dia. Meu coração brilha. Meu coração tem brilhado muito. Não preciso mais disfarçar.

domingo, 4 de abril de 2010

"Explosão".

A explosão foi sútil. Silenciosa, intensa, sincera, muito esperada e inesperada. Sim, os ultimos são antônimos! Mas é que tenho esperado anciosamente por esta explosão. E por outro lado, foi uma explosão sem os "tic-tacs" que alertariam que algo ia explodir. Totalmente inesperado e explosivo.
Foi então que percebi que eu estava absolutamente lacônica por fora e extremamente prolixa por dentro(novamente os antônimos). Controlei minha vontade do abraço- que ainda não passou- e tentei entender o que aquilo significava.
As borboletas estão aqui, colorindo os meus pensamentos desde então. Por tanto tempo, fui o casulo que as guardou...No começo elas eram apenas os riscos, pequenos e meio grosseiros. Mas, algo as alimentou com coisas tão inexplicáveis, que elas foram se tornando tão puras, coloridas, incontroláveis e multiplicáveis. A cada dia, elas parecem crescer ou se multiplicar, não sei. Sei que não estava conseguindo as guardar muito bem, sem aparecer algumas asas coloridas, que eu rapidamente escondia. Mas...algo as chamou, e elas não quiseram obedecer quando pedi pra que ficassem em silêncio. Houve a explosão. Grande explosão. Mas essa explosão me fez bem, está me fazendo bem. Elas disseram o quanto queriam se tornar reais, por tanto tempo. Ainda não sei. Ainda não sei o nome disso, e nem sei descrever de forma clara o que quero dizer com o "isso". Mas, não é mais uma confusão dentro de mim, não. Sei bem o que quero. Muito bem. Só não sei descrever o porquê, o pra quê... O motivo de desta vez, apenas dessa vez, mesmo com todas as coisas que poderiam ser um problema, eu simplesmente não me importar.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

MEU arco-íris.




Todos os sorrisos haviam se escondido, atrás de faces mortas e cinzas. Procurei pelas cores que ontem me alegravam, e não as encontrei. Há tempos, algo as roubava de mim. Mas porquê roubariam as MINHAS cores, e esconderiam dos meus olhos?! Para esconderem também os meus sorrisos?! Mas quem seria tão atrevido assim? Me roubaram as cores preferidas, e jogaram dentro de um baú...sem piedade. Passei o dia inteiro pensando nisso. Angustiada, pensando no tamanho da maldade que me haviam cometido. Quando abri a janela do meu quarto...Estavam ali. Estavam ali, todas as minhas cores. Todas as cores que eu havia perdido. O arco-íris resolveu alegrar outras pessoas, com as minhas cores. Talvez eu tenha sido um pouco egoísta, ou muito egoísta. Poderemos compartilhar o mesmo motivo dos sorrisos verdadeiros. OBRIGADA PELA PERFEIÇÃO! OBRIGADA!

ps: aham, eu tirei a foto, pela janela do meu quarto. *-*
ps²: Queria agradecer mais uma vez, a todos os comentários e a todas as pessoas que tem seguido o blog *-* Obrigada meeeesmo!^^ E obrigada ao Guilherme Martins, que disse que o post anterior foi genial^^ E, suas visitas serão bem vindas, tá?

domingo, 28 de março de 2010

Gentilezas pra você...

Desculpe, desculpe. Desculpe por não querê-lo menos. Desculpe por querer tanto conhecê-lo mais. Desculpe por não enxergar mais nada, além dos desenhos coloridos dos seus olhos, que não conseguem enxergar os desenhos nos meus. Desculpe por não saber como lhe dizer que simplesmente, por mais que eu tente dar voltas por outros cantos, eu sempre volto em você. Desculpe por querer lhe dizer tudo isso e saber que eu simplesmente, não conseguirei dar o primeiro passo para o dizer.
Me desculpe, mas não me sinto culpada por tudo isso. Me desculpe, mas não me arrependo por querer-te tanto, mesmo não sabendo, se também não queres se desculpar por nada, por tudo...pra mim.
Mas...Obrigada! Desde que cruzou o meu caminho, tenho sentido coisas impossiveis de se explicar aqui, agora...Talvez um dia eu consiga.

terça-feira, 23 de março de 2010

Ninguém entende, ninguém entenderá. E eu não espero que entendam.

Delicadeza, mesmo quando tudo estiver grosseiro e áspero.
Aonde controla-se cada palavra, e cada frequência do piscar de olhos.
E mesmo que as forças estejam longe, bem longe...
Mantenha-se em pé. Mantenha-se em paz.
E mesmo quando tudo parecer escuro,
Você sabe que aquilo vai passar.
Apenas não sabe quando vai,
Mas sabe que em alguns tempos, aquilo também vai voltar...
E vai acontecer tudo de novo.
E no intervalo, você se preocupa acumulando forças e pensando no que fazer da próxima vez.
Os piscar de olhos não é mais tão rápido,
Mas já não é mais o mesmo, tranquilo e sutil como o de outra criança...
Que por um sono mágico, debruçava seus sonhos em um travesseiro macio por horas e horas,
Enquanto eu estava ali,
Não me desligando da realidade que no momento, era impiedosamente dificil.
Correndo descalssa nas pedras cheias de pontas,
Que cortavam meu pé e não doiam...
E não doiam mais que as lágrimas que naquela hora, eu não consegui conter.
Mas calma. Mantenha-se em pé. Mantenha-se em paz.
Quando ele for embora ficará tudo bem.
Poderá ama-lo novamente...
Sem medo!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mas parece tão dificil quando queremos falar, e não podemos. Quando algo nos pede para que falemos tudo aquilo que o coração nos conta, mas nós sabemos que não devemos(ou pensamos que não devemos). Pareces tão distante, mesmo perto. Tento tanto esconder que tenho coração, e esconder o que guardo nele...Que até eu mesmo ando o procurando, lá no fundo da cartola do mágico que anda falhando muito comigo.
O sol refletia em sua pele, que junto com um sorriso terno, já conseguiu iluminar um dia, O dia... O MEU dia! E isso bastou por hoje. Mas e amanhã? Tenho tido sedes insaciáveis de... de um coração que preciso conhecer.

domingo, 21 de março de 2010

"Eu vou tirar você desse lugar, eu vou levar você pra ficar comigo, e não me interessa o que os outros vão pensar" (8)


Chega! Eu não quero mais que fique apenas subentendido. Nunca entendi porque eu sempre devo guardar os meus sentimentos bons, e usar pseudonimos quando me refiro á eles.
Eles,lá presos. Dentro de um alguidar que se torna mais sujo, cada vez que os escondo mais fundo. E lá no fundo mesmo, eles tem implorado á susurros cortantes, para que eu os liberte, os publique e os apresente ao dono do despertar mais singelo e puro, que os fizeram nascer dentro de um labirinto, cuja maior facilidade é sair dele. Mas nesse meu labirinto, algumas coisas tem passado tão depressa, que nem tenho as percebido. Mas as chuvas, as flores e "O DOCE" não conseguem sair do meu labirinto há mêses. Tem corrido pelas veias que os levam sempre até um coração, cansado de disfarces e ausências.
Mas não encontro maneiras pra explicar... Não encontro motivos maiores, do que os motivos que eu simplesmente desconheço.
Pois cada vez que me abraça, mesmo que depressa, sinto uma vontade enorme de pedir outros abraços. Longo, deleite, terno, amorável... Simplesmente, um desejo de poder estar segura, escutando a batida acelerada do seu abraço.



# Geeeente! Obrigada por me seguirem *-* Nem tenho postado tanto aqui no blog, mas sempre que venho, me surpreendo com alguém especial me seguindo!^^ As vezes são pessoas que eu nem imaginava que liam meus textos. E fico muito feliz por saber que leêm! Obrigadinha!*-*
# Obrigada pelos comentários nas coisas que escrevo também! ^^

E um beijão especial no coração doce de vocês! ♥

terça-feira, 16 de março de 2010


Afugentou-se por trás de uma timidez interna. Por dentro, tudo se mexia. Era uma eufuria só(e sózinha, no meio de tantas outras sensações). Era uma alegria, com doses de medo e de incertezas. Tudo ardía, misturado com uma vontade enorme de impressionar. Mas tudo que tentava fazer, acabava sendo mais menina ou menos menina do que a "apenas" menina.
- ATENÇÃO! ATENÇÃO! Mais uma vez, algo estranho está acontecendo em nosso planeta. O coração está mais acelerado, as mãos estão se mexendo aleatóriamente e as pernas...ONDE ESTÃO AS PERNAS?! 5, 4, 3, 2... Eis que aparece 1, que foi o equilibrio. E tudo que antes ela sentia, teve que ser engolido quando ele chegou. Mas como esconder que ele a "bagunçava" por dentro, sempre que aparecia?!
Tudo ficava parado - Isso quem dizia era a "apenas" menina. Quando ele dava aquele sorriso de canto de boca, misturando-se a um olhar cheio de mistérios e desenhos...Ah, todo o "resto" do mundo parava alí. Inclusive os carros da rua, os aviões que sobrevoavam os céus, os passáros que viajavam por entre as árvores que também tinham folhas congeladas naquela hora. E quando ele "cantava" algumas pequenas palavras raras? AH, aí quem parava era a "menina"( agora platônicamente enCANTADA ).
Mas, a razão sempre se metia no meio - e eu, narradora, particularmente, tenho visto que a razão anda meio louca, sei lá! Dá uns conselhos tão sem sentimentos! Isso pra mim sempre foi loucura! - não permitia que a menina fosse tão sincera quanto queria!
- OI! Desculpe estragar a sua rotina. Mas é que há tempos tenho lhe observado. Não gosto da maneira como passa por mim. Como se me visse, falasse comigo e não parasse. Aliás, você teria alguns tempos pra mim, moço? O vi passando esses dias. Foi um pouco distante da primeira vez, mas, quando vi, estava evitando estar longe de você. Meu coração tem se comportado como uma criança insistente. Todos os dias insistindo para que eu o procure, e se preciso for, que eu roube o seu mundo. Confesso que muitas vezes foi isso que quis. Mas a razão me disse: Você nem sabe se ele está aceitando visitas agora! E então, guardo tudo o que preciso dizer, e me silencio! Me escondo no escuro, para não lembrar de todas as cores que lembram o seu sorriso.
A menina continuou alí, parada em sua frente! Começando a se esquecer de como era sem graça não conseguir enxergar todas as cores em apenas uma pessoa.
- TTTTTTTT CHAU!
Todas as outras palavras se perderam. Assim como a menina, que sempre se perdia, se perdia...se perdia se encontrando dentro do brilho fosco de um coração que estava aparentemente tão cheio de mistérios!
A menina antes de sair... tinha a vontade de fazer o ultimo pedido!
- Encontre-me! Não estou longe. Talvez dentro de você! Quando encontrar-me... digo,quando encontrar-te ai dentro, e me encontrar também, por favor...me diga! Qualquer frase boba por aí, qualquer olhar cheio de intensões, qualquer sorriso que seja exclusivamente para mim, qualquer atenção a mais...
A menina foi ficando sem palavras!
Só pensou mais uma vez... PODERIAMOS ESTAR VIVENDO O TEMPO, QUE DEIXAMOS PASSAR, COMO SE FOSSE UM LIXO...
- Por favor, só não faça nada para esconder o que sentes. Seja eu dentro de você, ou seja que eu nunca estive!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Do vázio...


Do vázio...
Da vontade de aforgar-me, e sentir o que é vida!
Libertar-me,
mas por onde anda a saída?
Por onde anda as asas que havia encomendado ontem?

Tudo aqui inspira ser de vidro.
Tão singelo,
Tão morto,
Tão cruel!
Vejo os cacos jogados no tapete,
e descubro que são eu...

Vejo quem se aproxima, se distanciando mais.
Talvez o vidro assuste os que não buscam paz.

São só sonhos caneta!
São só planos...
Escrevo contigo porque te adoro...
Mas não me adoram porque sou eu!





Postado por Laís, que ultimamente tem sido mais de vidro que de carne e osso!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Um dia...



Ausentei-me,
não por não quere-lo...
Mas por não ter autoridade
para perder-me por entre os dedos,
que,
como doses de uma droga,
fácilmente me tiram de mim.

Amedrontei-me,
na hora em que o vi,
lentamente, passando por entre os dois vidros da janela,
e em seguida, não estava mais lá.
Sumira, com a mesma rapidez e intesidade com que faz meu coração palpitar,
com os seus dedos frios.

Afastei-me,
quando avistei, ao longe,
que lá estava ele,
sem nem perceber a minha presença,
que se tornava cada vez mais ausente.

Algo me dizia,
que um dia,
nos encontrariamos nos caminhos de dentro,
seriam como cargas negativas e positivas,
que se atrairiam com total intensidade,
mas dessa vez pelo coração!



Faz séculos que tenho esperado por esse DIA...
esperando o desconhecido,
o óbvio das utopias...!